Com o tempo, fui percebendo que devagar, bem devagar, meus sonhos foram se realizando. Cada um no tempo certo, mas juro, que valeu a pena esperar todo esse tempo. Quero que eu cresça mais, aprendendo com meus erros, levantando dos meus tombos e, principalmente, erguendo a cabeça diante dos obstáculos.
Quero calar a boca de quem não acreditou em mim e no meu potencial, mas calar a boca deles com um sorriso de orgulho. Também quero fazer a platéia vibrar com minha dança, me aplaudindo de pé. É tão bom estar em um palco, que não há palavras que descrevam o que eu sinto quando eu danço. Parece que o mundo aqui fora para e o que importa... o que importa é a dança!

O mundo realmente pára quando estamos em um palco... e quer saber? Eu amo isso tudo! Não vou dizer que AMO a correria dos ensaios, a limpeza de coreografias, as repetições intermináveis e a diminuição significativa da minha vida social no mês que antecede um espetáculo. Entretanto, amo a sensação de centenas de olhos observando cada movimento, na expectativa do que virá, que manobras e movimentos serão feitos. Amo os aplausos após cada ato. Amo a energia que flui do corpo no momento de cada passo. Amo o piscar das luzes sobre mim e à minha frente. Amo isso numa intensidade tamanha que não me importa o que sacrifiquei pra estar ali: tudo é recompensado no sorriso da plateia e no abraço carinhoso dos meus colegas de dança.
ResponderExcluirÉ isso aí Léo. É o que importa, a nossa felicidade, a nossa DANÇA!
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